sexta-feira, 4 de outubro de 2019

São Francisco de Assis

Francisco nasceu em Assis, na Úmbria (Itália) em 1182. Jovem orgulhoso, vaidoso e rico, que se tornou o mais italiano dos santos e o mais santo dos italianos. Com 24 anos, renunciou a toda riqueza para desposar a “Senhora Pobreza”.


Aconteceu que Francisco foi para a guerra como cavaleiro, mas doente ouviu e obedeceu a voz do Patrão que lhe dizia: “Francisco, a quem é melhor servir, ao amo ou ao criado?”. Ele respondeu que ao amo. “Porque, então, transformas o amo em criado?”, replicou a voz. No início de sua conversão, foi como peregrino a Roma, vivendo como eremita e na solidão, quando recebeu a ordem do Santo Cristo na igrejinha de São Damião: “Vai restaurar minha igreja, que está em ruínas”.

Partindo em missão de paz e bem, seguiu com perfeita alegria o Cristo pobre, casto e obediente. No campo de Assis havia uma ermida de Nossa Senhora chamada Porciúncula. Este foi o lugar predileto de Francisco e dos seus companheiros, pois na Primavera do ano de 1200 já não estava só; tinham-se unido a ele alguns valentes que pediam também esmola, trabalhavam no campo, pregavam, visitavam e consolavam os doentes. A partir daí, Francisco dedica-se a viagens missionárias: Roma, Chipre, Egito, Síria… Peregrinando até aos Lugares Santos. Quando voltou à Itália, em 1220, encontrou a Fraternidade dividida. Parte dos Frades não compreendia a simplicidade do Evangelho.

Em 1223, foi a Roma e obteve a aprovação mais solene da Regra, como ato culminante da sua vida. Na última etapa de sua vida, recebeu no Monte Alverne os estigmas de Cristo, em 1224.

Já enfraquecido por tanta penitência e cego por chorar pelo amor que não é amado, São Francisco de Assis, na igreja de São Damião, encontra-se rodeado pelos seus filhos espirituais e assim, recita ao mundo o cântico das criaturas. O seráfico pai, São Francisco de Assis, retira-se então para a Porciúncula, onde morre deitado nas humildes cinzas a 3 de outubro de 1226. Passados dois anos incompletos, a 16 de julho de 1228, o Pobrezinho de Assis era canonizado por Gregório IX. São Francisco de Assis, rogai por nós!

quinta-feira, 3 de outubro de 2019

Igreja no Brasil celebra a Semana Nacional da Vida e o Dia do Nascituro

De 1º a 8 de outubro, a Igreja no Brasil celebra a Semana Nacional da Vida e o Dia do Nascituro. A iniciativa, promovida pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), por meio da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família, propõe neste ano o tema “Em família defendemos a vida! Com alegria e esperança”.


Dois gestos concretos foram propostos para marcar a celebração da vida durante esta semana: o badalar dos sinos, como sinal de alegria, acompanhada da oração do nascituro; e a vigília pela vida, em que se propõe “acender o maior número de velas, simbolizando a luz de Cristo, que dá sentido à nossa vida”. Na Igreja Particular de Nazaré, o badalar dos sinos acontecerá às 12h do dia 08 de outubro, terça-feira, em todas as igrejas matrizes e capelas deste território diocesano, como sinal da vida; o acendimento das velas também acontecerá neste dia, como encerramento da Semana da Vida. A proposta foi feita pelo o assessor eclesiástico da Pastoral Familiar na Diocese de Nazaré, Padre Cleydson Ferreira.

Padre Cleydson motivou, ainda, todas as paróquias, áreas e setores pastorais a promoverem, durante esta semana, como um sinal de esperança, momentos de oração e celebrações nas ruas, nas famílias; além de ações diversas, inclusive nas escolas, em parceria com profissionais da saúde, com a finalidade de oferecer esse suporte social e religioso e defesa da vida, sobretudo junto aos mais vulneráveis e indefesos.

A Semana Nacional da Vida é uma ação que busca conscientizar os católicos sobre o direito à vida, desde o nascimento até seu fim natural. "É um momento e mobilização que nós podemos mostrar ao mundo que a vida é um dom de Deus, que a vida vale a pena, que a vida tem sentido e que a vida deve ser celebrada, sentida com alegria", declarou em entrevista o bispo de Rio Grande (RS) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família, Dom Ricardo Hoepers.